Depois de tamanha chuva hoje no Recife percebi que o maior problema de quem anda na rua não é a água que corre vindo de cima das nossas cabeças, mas a que corre por baixo dos pés.
Aliás, corrijo-me: o problema reside justamente no fato de que ela não corre neste nível e sim, acima dos pés, por algum lugar entre os tornozelos e e os joelhos.
Pelo menos até algum carro passar, porque aí o nível d'água é suficiente para entubar sem prancha.
E não são poucas as ruas assim. É um exercício de equilíbrio, agilidade, e mapa mental de possibilidades diferentes de caminhos que se possa pegar para se chegar de uma calçada a outra (quando existe calçada ainda).
16.1.09
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